CAMPOS DE TRABALHO
AMAZONAS

A partir de junho de 2012, esse campo de trabalho passou a ser assessorado voluntária- e pontualmente pelo Pastor Walter Sass que, na condição de aposentado, fixou residência em Manaus/AM.  Walter Sass é também servidor voltuntário do INPA/Manaus.

Contexto

O COMIN está presente entre o povo Deni, desde 1998, na pessoa do obreiro Walter Sass, que foi convidado pelos próprios Deni, para ajudar na educação, na alfabetização,na assessoria dos professores indígenas,  da  associação do povo Deni do rio Xeruã e de projetos de desenvolvimento sustentável. A Terra Indígena Deni, como hoje é denominada, está situada entre os municípios de Itamarati-AM e Tapuá-AM. A demarcação, financiada pelo Projeto Integrado de Proteção às Populações e Terras Indígenas da Amazônia Legal (PPTAL) e executada pela FUNAI, foi concluída em agosto de 2003. A delimitação total em área é de 1.530.000 ha., perímetro de 915 km. Em  2006, também com o apoio do PPTAL, foi construída uma casa de vigilância flutuante na boca do rio Xeruã.

O povo Deni reconhece seu habitat tradicional situado nas planícies do rio Purus e Juruá (AM), ambos afluentes do rio Solimões, entre o rio Cuniuá, afluente do rio Purus com orientação oeste-leste e o rio Xeruã, afluente do rio Juruá com orientação na mesma direção. Na região do rio Xeruã, área da atuação do obreiro Walter Sass durante 14 anos, existem quatro aldeias, com uma população de 717 pessoas assim distribuídas, 63 pessoas na aldeia Terra Nova, 305 em Morada Nova, 221 em Boiador e 128 na aldeia Itaúba (censo dos professores Deni, 2013).

Os Deni, conforme o antropólogo Rodrigues, são classificados como membros do tronco Arawá da família lingüística Aruak (Kulina, Paumari, Jamamadi, Deni). Os homens que trabalharam no extrativismo, devido ao contato com os brancos, sabem se comunicar em português. As mulheres e as crianças falam até hoje, exclusivamente, sua própria língua.O contato com o povo Deni deu-se no início do século XX pela frente de expansão do extrativismo, principalmente da borracha, da sorva e do couro de animais. Desde então, os indígenas passaram a trabalhar para os patrões, o que culminou com a morte de grande parte do povo Deni em conseqüência de doenças contraídas no contato com os brancos. Hoje não há mais conflitos acirrados entre indígenas e brancos dentro da área, mas sim com os brancos que vêm de fora e querem explorar os lagos para pesca, com barcos pesqueiros.

Diálogo inter-religioso e inter-cultural

Quando se fala em diálogo religioso é preciso ter bem presente que o Deus Trinitário, o Criador - que depois do dilúvio criou o arco-íris como sinal de bênção para todos os povos-, já se fazia presente entre todos os povos bem antes dos missionários aí chegarem.        

Um mito Deni conta como os seus primeiros pajés Tamaku e Kira se salvaram de um dilúvio. Os Deni têm os pajés como mediadores entre os seres humanos e os espíritos da natureza que neles se incorporam durante sessões de curas. A manifestação religiosa conta com a tradição oral dos mitos da criação do povo e dos seres da terra e do céu. O COMIN ajudou a valorizar estes mitos do povo Deni quando os professores queriam registrar-los e assim foi elaborado um livro bilíngüe de mitos junto aos professores Deni.

Os Deni são um povo aberto ao conhecimento de outras manifestações religiosas como por exemplo a religião cristã. Já foram batizados, durante os anos de contato, três vezes, por diferentes denominações cristãs. Mas eles não querem que lhes sejam impostas leis religiosas, pois querem preservar o seu jeito de ser Deni. Para os povos indígenas e, de modo especial para os Deni, a fé no Deus Criador se manifesta todos os dias da semana e não só aos domingos. Também é muito forte entre eles o sentido do repartir, na vida comunitária.

O Pastor Walter Sass que atuava junto a este povo confessa: Depois da convivência nas aldeia indígenas, comecei a ler trechos da Bíblia com outros olhos. Os povos indígenas, muitas vezes, me evangelizaram, vendo, por exemplo, a sua vida comunitária, compartilhando sua despreocupação com o acúmulo de bens e a visão diferenciada da relação entre o homem e a natureza. Se o discurso do mundo ocidental se sustenta na relação de ‘posse', ‘conquista', e ‘domínio', isto é, numa relação onde a concepção de natureza passa a ser mero objeto para o homem, podemos ver que nas sociedades indígenas as diferentes partes que compõem o universo se interpenetram. O primeiro passo de um diálogo verdadeiro é ouvir, ouvir e mais uma vez ouvir as vozes dos diferentes povos indígenas, entender suas cosmovisões, seu relacionamento com os espíritos, com as suas sociedades, e ficar solidário com as suas lutas pela dignidade humana, pela autonomia e por seu espaço de vida. Isto significa deixar de lado as nossas projeções em cima do índio, tanto idealistas como negativas, e relativizar a nossa própria cultura (Fp 2,5-11).

Áreas de atuação

Assessoria em educação

O atendimento ao povo Deni, através das Políticas Públicas, na área da educação, sempre deixou muito a desejar. No município de Itamarati-AM, foram contratados seis professores Deni, em junho de 2002, depois de uma longa luta de reconhecimento. Em 2004, foi construída uma escola em cada aldeia. Através da SEDUC do Estado do Amazonas, são oferecidos cursos de magistério indígena, mas estes não acontecem regularmente e nem há um acompanhamento satisfatório dos professores nas aldeias. Por essa razão, e a pedido do próprio povo Deni, o Comin se dispôs a prestar assessoria (de uma forma dialógica, ou seja, construída junto com os Deni), em relação à educação, na produção de materiais didáticos na língua materna. A partir de 2005 os seis professores Kanamari participaram dos cursos e elaboraram o livro com mitos Kanamari. Existem três aldeias Kanamari no rio Xeruã  com 424 pessoas(censo dos professores Kanamari,2013)

 Cada município, na região do rio Juruá têm um assessor de educação indígena, mas a maioria destes assessores não está preparada para atuar em relação a uma educação diferenciada, como é direito dos povos indígenas. Em 2012 foram eleitos professores Deni e Kanamari como assessores na Secretaria Municipal de Itamarati-AM. Em 2013 aconteceu o penúltimo curso de magistério indígena, chamado Pira-Yawara. Espera se que os professores Deni e Kanamari se formem em 2014. Os cursos de nove módulos começaram em 2000!

Cursos e oficinas

Uma forma de melhorar a formação dos professores foi através dos cursos e oficinas. Já foram promovidos dois cursos por ano  com os oito professores Deni e mais oito professores suplentes nas aldeias, aprofundando os conteúdos dos cursos da SEDUC. Também foi promovido, em junho de 2002, uma oficina de elaboração de material na língua materna e em português. Dessa oficina resultou a primeira cartilha de alfabetização e de textos na própria língua. Em janeiro de 2004, como resultado de cinco anos de trabalho em conjunto (do P. Walter Sass e o povo Deni), foi publicada uma coletânea de textos com mitos Deni: Ima bute Denikha, mitos deni. Esta coletânea é utilizada pelos professores Deni em sala de aula com bons resultados para resgate da língua e da cultura Deni. Em janeiro de 2006, foi realizado um curso, onde foram confeccionados ábacos, instrumentos antigos dos povos asiáticos para efetuar operações algébricas elementares, e uma cartilha bilíngüe com as letras que não existem no alfabeto Deni, como por exemplo a vogal "o" e os consoantes "c","f", "g","j", "l" e "q". Nos anos seguintes foram elaborados dois livros, um de matemática bilígue da primeira a quarta série e um livro sobre o meio ambiente e sua preservação:  Nossa Casa da Vida- O Universo no Olhar Deni e Kanamari.

Outra forma de trabalhar do Comin é prestar atenção às necessidades e dificuldades locais. Houve casos em que foi necessário desenvolver, na própria aldeia, cursos de didática, metodologia e elaboração de planos de aula. Em outra aldeia sentiu-se a necessidade de elaborar, na sala de aula, o diferencial de uma escola indígena. E o melhor é que destas práticas surgiram experiências significativas para o resgate e valorização da cultura Deni, integrando crianças, jovens, pessoas adultas e idosas da comunidade.Um mestre mostrou aos jovens rapazes como se faz uma zarabatana. Nenhum jovem sabia mais fazer estes instrumentos de caça. A mulher do cacique ensinou as moças a fazer cerâmicas na técnica antiga. O incentivo surtiu efeito e, em novembro de 2005, aconteceu o primeiro campeonato Deni de zarabatana na aldeia Morada Nova com zarabatanas feitas pelos alunos de escolas.

Assessoria em saúde

O atendimento à saúde do povo Deni era bastante precário em razão da falta de verbas ou da demora no repasse das mesmas para a conveniada da FUNASA.  O que ajudou um pouco foi a participação do COMIN no Conselho do Distrito Sanitário Especial Indígena-Médio Solimões e Afluentes em Tefé-AM exercendo o Controle Social. Existia uma boa parceria entre o Comin e o Conselho do Distrito na locomoção dos doentes. Quando solicitado, o Comin colocava o barco e a voadeira a disposição. Há casos também em que os indígenas doentes ficavam na casa do Comin, pois não existe até hoje em Carauari uma casa de apoio ao índio. Por exigência dos indígenas esta casa devia existir desde novembro de 2005. Mas por causa da falta de verbas e da incerteza em torno de um novo convênio com ONGs a casa ainda não existe. No Distrito Sanitário Especial Indígena-Médio Solimões e Afluentes, com sede em Tefé-AM, a conveniada desde 1999 foi a União das Nações Indígenas de Tefé (UNI-Tefé). Com a extinção da UNI-Tefé havia outras conveniadas. Em 2012 foi implantada pela SESAI de Tefé uma equipe de saúde indígena em Itamaratí-AM com a qual melhorou o atendimento de saúde no rio Xeruã.

O COMIN de Carauari promoveu quatro cursos de medicina tradicional nas aldeias Deni para Agentes de Saúde Indígena e mulheres indígenas com a participação de representantes da UNI-Tefé,do CIMI,  da Pastoral de Criança,  do povo Kulina e do povo Kanamari, valorizando o saber de cada povo a respeito da sua medicina tradicional, especialmente das plantas medicinais. Houve trocas de conhecimentos de plantas e receitas in loco na área indígena Deni. O tuxaua Francisco das Chagas, Tikuna da aldeia Tupã Supé do rio Solimões, que participou do primeiro curso em 2000 manifestou a sua satisfação e seu orgulho em poder ficar com seus parentes Deni: "Queremos ensinar o que sabemos, e aprender de vocês também e trocar idéias."

 

Assessoria na etnosustentabilidade

Projetos alternativos foram executados junto aos Deni: um projeto de artesanato, um projeto de meliponicultura, com a colaboração do INPA (Instituto Nacional de Pesquisa na Amazônia), um projeto de melhoramento de farinha de mandioca, um de manejo de lago para preservação e comercialização de pirarucu(FLD/EED-Alemanha), um de desinfecção de água através de energia solar, junto ao INPA de Manaus e um de cursos de fabricação de artefatos de madeira, no laboratório do INPA. Deste curso seis Deni e Kanamari participaram em 2011 e concluiram com êxito o treinamento.  Ainda se espera um projeto de pequenas máquinas nas aldeias para pôr em prática as técnicas aprendidas no curso em Manaus.

Para a melhoria da produção de artesanato, o Comin conseguiu treinar seis Deni das aldeias Morada Nova, Boiador e Itaúba, trabalhando com pequenas máquinas, com recursos obtidos através da Fundação Luterana de Diaconia. Nas aldeias Boiador e Itaúba existem artesãos que foram treinados pelos Deni da aldeia Morada Nova que, por sua vez, tinham participado de um curso de artesanato em Rio Branco-AC com representantes do povo Apurinã. Os artesãos Deni estão conseguindo comprar o combustível e o material para o seu trabalho com o dinheiro da venda de seu artesanato.

. O projeto Manejo de Lagos (parceria COMIN/OPAN), de 2008 a 2011,  tem demonstrado aumento grande no número de pirarucus. Antes da demarcação da área Deni  exitiam poucos  pirarucus nos lagos Deni. Graças ao projeto de manejo voltaram os pirarucu nos 169 lagos na área Deni do rio Xeruã. O projeto de manejo de lagos contou com vários cursos de contagem de pirarucu e dois cursos in loco com pescadores em Maraã-AM que realizam o manejo de pirarucu com sucesso há anos.   Os Deni contaram 1500 (em 2013) pirarucus adultos.  Os Deni têm se saído muito bem, tecnicamente, na contagem de pirarucus. Falta agora um entendimento com o IBAMA e a Reserva Extrativista de Carauari para comercializar um terço dos pirarucus adultos já contados.

Assessoria em organização e articulação

A vigilância da Terra foi retomada em 2005 através de um projeto que foi encaminhado ao PPTAL e foi executado pela OPAN. A primeira fase, que consistiu na limpeza da picada, como também a segunda fase foram concluídas em 2006: a construção de uma casa flutuante na boca do rio Xeruã. Os Deni estão se revezando na vigilância na casa flutuante e mesmo depois que a FUNAI  não ajudou mais com recursos para a casa da vigilância os Deni continuam a vigiar a sua área com recursos próprios.

Atividades e experiências significativas

O COMIN de Carauari se dispôs a levar a sua experiência às comunidades luteranas ao Sínodo da Amazonas da IECLB. As visitas, conversas, palestras, cultos e outras atividades nas comunidades luteranas foram importantes. Os destaques deste trabalho foram as visitas à paróquia de Alta Floresta e às comunidades luteranas de Roraima em 2005 e 2006 com o tema "Evangelho, Cultura e Missão". Aconteceram reuniões muito proveitosas, onde se discutiu sobre o tema do preconceito em relação aos povos indígenas. O resultado tem sido bem melhor do que se esperava. A compreensão que se tem pelo trabalho com os povos indígenas na IECLB teve ganhos significativos e constatou-se que, muitas vezes,  preconceitos existem e persistem por falta de informações. Já no grupo de jovens existe uma grande abertura  a respeito dos povos indígenas. No seu relatório anual de 2005 a Paróquia de Alta Floresta D'Oeste/RO citou, de forma positiva, a visita do P. Walter Sass nas comunidades luteranas: "Com a visita do Vice-Pastor Sinodal e obreiro do COMIN Walter Sass [...] as comunidades se sentiram valorizadas a nível sinodal dentro de uma Igreja una."

Lavar água com energia solar             

No final de 2007 a população da aldeia indígena Deni Morada Nova solicitou auxílio ao INPA para obter uma solução para o tratamento da água, altamente contaminada, consumida nesta comunidade. 11 pessoas tinham morrido de água contaminada. A partir desta solicitação, foi desenvolvido, através do pesquisador Dr. Roland Vetter,  o protótipo de um sistema de pequeno porte de desinfecção solar da água. Devido à ausência de eletrificação na aldeia indígena, o sistema tinha que funcionar com energia solar. Um protótipo, desenvolvido e testado no INPA, foi instalado em novembro de 2008 na aldeia Morada Nova. Esta tecnologia foi prontamente aceita pela população, uma vez que acabou de vez com as doenças oriundas da água contaminada. A estação era composta por uma mangueira, uma bomba de sucção ligada a dois painéis solares de 80 W cada, uma bateria de 12 volts, uma lâmpada de 11 W (que deve ser trocada uma vez ao ano), filtro para reter as partículas grandes, reator Purion 500 e painel solar com 50 W de potência. O processo de descontaminação ocorre da seguinte forma: a água contaminada é bombeada da fonte (rio, lago, etc.) para a caixa d’água, onde um filtro grosso evita que partículas flutuantes entrem na caixa d’água. Em seguida, a mangueira ligada à caixa d’água é conectada ao painel solar instalado. Uma chave eletrônica liga a lâmpada ultravioleta e garante seu funcionamento constante. O reator Purion 500 permite que a água, ao passar pelo tubo de aço, seja descontaminada pela ação dos raios ultravioleta, que destroem o DNA das bactérias presentes. A água passa antes por um filtro na caixa d’água, podendo fluir para a estação de tratamento, sendo transformada em água potável. A partir do protótipo, foi desenvolvido um sistema composto por uma maleta de alumínio que contém todos os componentes do sistema de desinfecção de água. Em Abril de 2010, em Morada Nova, o protótipo instalado em 2008 foi trocado pelo sistema de maleta. Em Junho de 2011, foi efeituada a instalação de mais dois sistemas de desinfecção solar de água nas aldeias indígenas Itaúba e Boiador, ambas no município de Itamaratí - AM. Durante a instalação em Itaúba, esta tecnologia foi apresentada à assembleia geral dos índios Deni e Kanamarí. A Assembleia votou, com maioria, a favor da instalação de mais unidades do sistema solar de desinfecção de água nas demais aldeias. Em 2012 e 2013 foram instaladas mais cinco unidades de desinfecção de água. A entidade Gustav-Adolf-Verein, ligada a Igreja Luterana da Alemanha, finaciou três unidades instaladas e financiará mais duas unidades em 2014 e 2015. Uma associação da Alemanha, Sonnenwasser Xeruã e.V. com sede em Nieste, financia a instalação de mais unidades até 2015 e depois a manutenção das unidades nas aldeias. O INPA de Manaus forneceu as maletas de alumínio. P. Walter Sass assessora o trabalho como servidor voluntário do INPA junto ao Dr. Roland Vetter e seu assistente Ray Cleise Nascimento. O projeto se estenderá até o ano de 2019.

Resultado Alcançado:

Até o presente momento em 2014 estão funcionando oito sistemas de desinfecção de água em aldeias indígenas na área do Rio Xeruá/Alto Juruá, no município de Itamaratí, distante, em linha reta, cerca de 1.500 km oeste de Manaus, 10 dias de viagem de barco. Testes microbacterianos feitos em relação à água das aldeias indicaram, antes da disponibilidade do sistema solar de desinfecção de água, um elevado índice de contaminação por bactérias coliformes na água dos igarapés consumida pela população. Após o tratamento, a água ficou livre de germes e doenças provocadas pela água contaminada praticamente desapareceram. Este fato significa uma melhoria importante na qualidade de vida da população das aldeias beneficiadas pelo sistema solar de desinfecção de água. Hoje, nas aldeias, estão sendo produzidos entre 1.000 e 2.000 litros de água potável diariamente.

Locais onde a Tecnologia Social já foi implementada:

Cidade/UF

Aldeia

Data da implementação

Itamarati / Amazonas

Morada Nova

         11/2008

Itamarati / Amazonas

Boiador

         06/2009

Itamarati / Amazonas

Itaúba

         06/2010

Itamarati / Amazonas

Terra Nova

         11/2011

Itamarati / Amazonas

Flexal

         04/2012

Itamarati/Amazonas Santa Luzia                09/2013

Itamarati/Amazonas São João                     09/2013

Itamarati/Amazonas Morada Nova

 – Casa da Saúde da SESAI                        09/2013

 

 

Informações gerais

Obreiro Voluntário

P. em. Walter Sass

Endereço                                                                           

Rua Miriti, 27

Coroada III

69.082-835   Manaus-AM

Fone: (92) 3343-6284

Celular: (92) 93426284
E-mail: waltersass3@gmail.com

 

Povos

Deni e Kanamari

Áreas de atuação

Educação, saúde, terra, diálogo inter-religioso e organização.

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